Silêncio... 


Traz a paz e traz o medo
Vive bem se estão calado
Mora junto com o segredo
Porém morre ao ser quebrado
 
 
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ALEGRIA
A alegria é a exteriorização de um sentimento, que pode ser verdadeiro ou falso. É verdadeiro quando o que se manifesta corresponde ao que se sente. Quando nos sentimos felizes e satisfeitos e exteriorizamos essa satisfação com alegria que contagia os outros. E é falso quando o que se manifesta não corresponde ao que se sente. Quando nos sentimos deprimidos ou preocupados, mas na presença dos outros exprimimos alegria.

A alegria é então uma manifestação social, um modo de ser ou de estar permanente — conforme as características psicológicas de cada um — ou ocasional — conforme as circunstâncias do momento —, que se opõe à tristeza, e que se considera apenas na relação de uma pessoa perante as outras.

A alegria íntima, individual e pessoal, não é alegria, mas sim felicidade, da mesma forma que a igual tristeza não é tristeza, mas sim infelicidade.

Mas existe diferença entre o que nós sentimos e aquilo que queremos que os outros pensem que sentimos. Por isso falsificamos a exteriorização e podemos estar felizes e expressar tristeza ou estar infelizes e expressar alegria. Esta falsificação pessoal dos sentimentos é tão comum e em algumas pessoas tão intensa que elas próprias acabam por serem influenciadas pela mentira criadas por elas mesmas. E ficam sem saber se estão felizes ou infelizes, nem tristes ou alegres.

Esta falsificação da expressão dos sentimentos pode ser voluntária ou involuntária. É criada devido a diferentes opiniões sobre respeito e valores humanos em sociedade. Expressamos sempre o que mais nos convém, excepto se a nossa natural felicidade ou infelicidade for demasiado forte e se torne superior à nossa capacidade de condicionar essa exteriorização.

Existem momentos — raros — em que a nossa felicidade é tanta que não nos preocupamos com o que a nossa alegria possa causar nos outros. E existem — também raros — momentos em que inversamente é a nossa infelicidade que nos preenche a ponto de esquecermos os outros. O excesso de alegria, quando real, causada pela felicidade, provoca inveja, pois todos desejam ser mais felizes que os outros, e quando falsa causa dó, pois ninguém tem muito apreço por alguém que está excessivamente alegre. O excesso de tristeza, quando provocado por uma infelicidade, causa compaixão, porque ninguém gosta de ver os outros sofrerem, mas quando falsa, causa ódio, porque ninguém gosta de ver os outros apelarem ao sentimentalismo para alcançarem os seus fins.

Como os sentimentos e emoções estão na nossa natureza física também os sentimentos humanos estão na nossa natureza humana, e por isso, todos nós, uns mais outros menos, temos momentos de felicidade e momentos de infelicidade que podemos exteriorizar, ou não, com alegria ou com tristeza, porque vivemos em sociedade e sabemos que tal como nós, os outros também sentem inveja, dó, compaixão, ódio e muitos outros sentimentos que nos poderão ser benéficos ou maléficos, e que por isso os usamos de uma forma interessada dentro das nossas capacidades, sem esquecer que todos eles existem naturalmente, mas em contraposição à razão.

Nem sempre existe coerência entre o que sentimos, o que queremos sentir, o que expressamos, e o que queremos expressar.


FONTE: http://viaverita.blogs.sapo.pt/967.html

 

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- A Magia de um Olhar -   

"O olhar de um ser humano é uma das coisas mais belas que podemos contemplar. Incomparavelmente ela exerce um poder muito grande ao redor. Seja por sua magia, por seu mistério, por sua doçura e pelo imenso poder de "falar", e de se expressar. Ela revela o que a pessoa está sentindo. O olhar em uma pessoa pode mover sentimentos, fortalecer, rejuvenescer, emocionar, intimidar, conquistar. Um olhar tem a magia de penetrar o mais íntimo da pessoa, tem a capacidade de revelar, de se fazer presente, tem a força para quebrar a rispidez de alguém, de acalmar, de iluminar, de abraçar, de sussurrar. A cumplicidade e o encontro de dois olhares enriquece de paz ao redor. Desanuvia dores das pessoas, liberta-os de angústias, problemas são esquecidos.

    A magia de um olhar revela amor transcendental, serenidade, calmaria, tranquilidade, afeto, cumplicidade, amizade, respeito, piedade. Um olhar também pode revelar pena, raiva, tristeza, falsidade, antipatia, arrogância, inveja. É preciso muito cuidado para não usar esses olhares contra as pessoas, sejam inimigas ou não. Assim como ela tem poder pra quebrar correntes, espalhar amor, ela pode iniciar uma guerra, um confronto. Percebemos que na vida nós temos ferramentas para sermos ótimos seres humanos só precisamos aprender a usar da melhor forma, sempre respeitando o próximo e de alguma forma ajudando todos sem distinção.

    O olhar para mim é muito mais que do que aparenta ser. Ela transcorre por entre os nossos rios de sabedoria. Seu poder glorifica. Quando mais precisamos falar, quando some as palavras e qualquer outro gesto que expresse o que sentimos, o olhar sempre saberá o que falar. Sempre. Dois amantes podem passar uma eternidade trocando palavras sinceras, apaixonadas e de muito amor. Mas em apenas um momento, num ato instantâneo, contando com a companhia de um belo sorriso, um olhar trocado dirá tudo o que as palavras não conseguiriam em tanto tempo... Com o olhar o Eu te amo vem mais rápido.

    Incomensuravelmente o olhar fascina, e tem sim um imenso poder. Só depende de cada um utilizá-lo da melhor forma, da forma que o amor, a amizade, o respeito, a simpatia, sinceridade, transborde para muito além do fundo dos olhos. Que atinja o mais profundo de ser humano: o coração."

Fonte:
http://pensamentosilegais.blogspot.com/2007/07/magia-de-um-olhar.html
Preso No Êxtase Temporal - Por ALF [ Alexandre Lucio Fernandes ]
 
Raiva é um sentimento de protesto, insegurança, timidez ou frustração, contra alguém ou alguma coisa, que se exterioriza quando o ego sente-se ferido ou ameaçado. A intensidade da raiva, ou a sua ausência, difere entre as pessoas. Joanna de Ângelis aponta o desenvolvimento moral e psicológico do indivíduo como determinante na maneira como a raiva é exteriorizada.

A raiva também pode ser um sentimento passageiro ou prolongado(rancor).

Fonte: wikipedia.com/raiva_(sentimento)
 
Um pouco de cultura...

[...]

É comum relatos de professores de escolas de bairros periféricos onde há altos níveis de desemprego a ocorrência de desmaios  de alunos por falta de alimentação, muitos estudantes freqüentam a escola por causa da merenda escolar que, pra muitos, é a única refeição do dia.

Esse processo de distribuição de renda e desemprego obriga as pessoas a procurar lugares impróprios à ocupação urbana, como não tem condições financeiras para custear moradias dignas, habitam favelas e áreas de risco desprovidas dos serviços públicos (esgoto, água tratada, saúde, educação, entre outros) que garantem uma melhor qualidade de vida.

Nesse sentido, há uma camada da população que nem sequer tem um “barraco” em uma favela, vivem embaixo de fachadas de lojas, instituições, praças e pontes. A pobreza é decorrente de vários fatores, os principais são os processos de globalização, a modernização dos meios de produção e a desigual distribuição da renda.

Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/a-pobreza-no-brasil.htm
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